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    Início - Geral - São Paulo adota sistema integrado para gerir água em meio à queda dos reservatórios
    Geral

    São Paulo adota sistema integrado para gerir água em meio à queda dos reservatórios

    Com 27,2% da capacidade, estado entra em Faixa 3 e amplia ações de economia
    ABC AGORABy ABC AGORA15/01/20265 Mins Read
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    São Paulo adota sistema integrado para gerir água em meio à queda dos reservatórios
    Reservatórios como o Guarapiranga enfrentam queda no volume armazenado por conta da escassez de chuva. Foto: João Valério / Governo de São Paulo
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    A gestão da água dos mananciais utilizada para abastecimento da população ganhou um modelo integrado de monitoramento em São Paulo. Desde outubro, o Governo de São Paulo adota o Sistema Integrado Metropolitano (SIM), que acompanha como está o nível dos sete sistemas que produzem água para a Região Metropolitana de São Paulo, permitindo a tomada de decisões como, por exemplo, a redução de pressão noturna em períodos com baixo volume de água.

    As restrições no SIM ocorrem após sete dias consecutivos dos índices em uma mesma faixa, com relaxamento após 14 dias consecutivos de retorno ao cenário imediatamente mais brando. O prazo garante mais previsibilidade sobre as ações.

    LEIA TAMBÉM: Onda de calor: Consumo de água sobe 60% em SP e Sabesp alerta para risco de desabastecimento

    Nesta quarta-feira (14), o SIM operava com 27,2% de sua capacidade total, o que o enquadra na Faixa 3 operacional e significa uma Gestão de Demanda Noturna (GDN) de 10 horas por dia e intensificação de campanhas de conscientização.

    Graças a essa iniciativa, até 4 de janeiro, foram economizados mais de 70,29 bilhões de litros de água, volume equivalente ao consumo de 12,33 milhões de pessoas por um mês, população superior à da cidade de São Paulo. É importante destacar que a superação de períodos de estiagem depende não apenas da gestão técnica e da operação dos sistemas, mas também da participação da população. O Governo de São Paulo tem reforçado a importância do uso consciente da água, especialmente em um contexto de menor volume de chuvas e temperaturas elevadas. A colaboração dos cidadãos é fundamental para preservar os mananciais e garantir a segurança hídrica.

    Entenda, nas perguntas e respostas abaixo, como os níveis dos reservatórios impactam o abastecimento de água em São Paulo:

    1 – São Paulo adota medidas diárias de restrição de acordo com os níveis dos reservatórios?

    Não. As medidas não são adotadas de forma automática ou diária, nem baseadas em apenas um manancial. Para assegurar previsibilidade, as restrições no âmbito do SIM só ocorrem após sete dias consecutivos de permanência dos índices em uma mesma faixa operacional. O relaxamento das medidas acontece somente após 14 dias consecutivos de retorno ao cenário imediatamente mais brando.

    2 – Quando são tomadas medidas se um reservatório tem queda no volume?

    As medidas são definidas com base na classificação por faixas do Sistema Integrado Metropolitano (SIM), que estabelece sete níveis de atuação conforme os volumes armazenados. Ele nunca se baseia no volume de apenas um manancial. Essa metodologia permite ajustes graduais e preventivos na operação, evitando decisões abruptas e garantindo maior segurança ao abastecimento antes que a situação se agrave. Leia aqui sobre o que acontece em cada faixa. 

    3 – Por que São Paulo monitora os sistemas de abastecimento de forma integrada?

    O monitoramento integrado permite uma operação mais eficiente e resiliente em situações de escassez hídrica. O SIM reúne sete reservatórios interligados, entre eles o Sistema Cantareira, possibilitando decisões baseadas no desempenho do conjunto dos mananciais, e não apenas de sistemas isolados.

    O sistema de abastecimento de água ganhou interligações estratégicos entre os sete mananciais do SIM após a crise hídrica de 2014/2015, o que tornou o abastecimento de água mais resiliente. Agora, o Governo de São Paulo pode transferir água entre os sistemas Cantareira, Alto Tietê, Cotia, Guarapiranga, Rio Claro, Rio Grande e São Lourenço e garantir maior segurança hídrica para a região.

    4 – Por que a ANA e a SP Águas têm monitoramentos específicos para o Cantareira?

    O Sistema Cantareira possui regras próprias de operação, definidas pela Resolução Conjunta ANA/DAEE nº 925, em vigor desde 2017. Por sua relevância, já que o sistema abastece cerca de metade da população da Região Metropolitana de São Paulo, ele conta com monitoramento específico realizado conjuntamente pela Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) e pela SP Águas. A avaliação das faixas é feita mensalmente, ao final de cada mês, com base em dados consolidados de armazenamento e nas condições hidrológicas. A retirada de água pela Sabesp pode ser restringida conforme o enquadramento nas faixas de operação definidas pela resolução. 

    5 – Onde posso acompanhar os níveis dos reservatórios e as medidas tomadas?

    As informações sobre os níveis dos reservatórios são públicas e atualizadas diariamente. O monitoramento é realizado 24 horas por dia pela SP Águas, que acompanha em tempo real os volumes armazenados, afluências, vazões captadas e o comportamento hidrológico no estado. Acompanhe o monitoramento aqui.

    6 – Quais são as faixas de ação do Governo SP e o que acontece em cada uma?

    Faixa 1: Foco em prevenção, consumo consciente e início do Regime Diferenciado de Abastecimento (RDA).

    Faixa 2: Níveis estáveis, mas em queda; implantação da Gestão de Demanda Noturna (GDN) de 8 horas e reforço no combate a perdas.

    Faixa 3: Cenário de atenção; GDN ampliada para 10 horas e intensificação das campanhas de conscientização.

    Faixa 4: Reservatórios abaixo da curva de segurança; redução de pressão por 12 horas e monitoramento contínuo dos volumes.

    Faixa 5: Níveis críticos; redução de pressão por 14 horas e priorização do abastecimento a serviços essenciais.

    Faixa 6: Criticidade alta; redução de pressão por 16 horas e controle máximo do sistema para preservar os mananciais.

    Faixa 7: Cenário extremo; rodízio regional de abastecimento e apoio com caminhões-pipa para garantir serviços prioritários.

    _______
    Fonte: Agência SP

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