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    Início - Economia - Super Quarta: Como a manutenção dos juros pelo Fed e o sinal do Copom levaram a bolsa aos 184 mil pontos
    Economia

    Super Quarta: Como a manutenção dos juros pelo Fed e o sinal do Copom levaram a bolsa aos 184 mil pontos

    Dólar comercial atinge menor nível em quase dois anos enquanto mercado financeiro vive ciclo de otimismo.
    ABC AGORABy ABC AGORA29/01/20263 Mins Read
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    Super Quarta: Como a manutenção dos juros pelo Fed e o sinal do Copom levaram a bolsa aos 184 mil pontos
    Super Quarta: Como a manutenção dos juros pelo Fed e o sinal do Copom levaram a bolsa aos 184 mil pontos - Foto: Divulgação B3
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    O mercado financeiro brasileiro registrou mais uma jornada de recordes nesta quarta-feira (28). O Ibovespa, principal índice da B3, encerrou o pregão com alta de 1,52%, atingindo 184.691,05 pontos. O resultado marca o maior patamar da história da bolsa nacional, que acumula ganhos de 14,63% em 2026 e uma valorização de 11,83% apenas nas últimas duas semanas. Das últimas 11 sessões, o índice renovou sua máxima em oito delas.

    O otimismo foi impulsionado pela chamada “Super Quarta”, data em que os bancos centrais do Brasil e dos Estados Unidos anunciam suas decisões sobre as taxas de juros.

    Decisão do Fed e cautela de Powell nos EUA

    Nos Estados Unidos, o Federal Reserve (Fed) optou por manter os juros na faixa de 3,50% a 3,75%. A decisão confirmou a expectativa de 97% do mercado, apesar das recentes pressões do presidente Donald Trump por reduções nas taxas.

    O presidente do Fed, Jerome Powell, adotou um tom considerado cauteloso em sua entrevista. Analistas apontam que a instituição segue focada na análise de dados, especialmente após o impacto do shutdown ocorrido há dois meses no país. Em Nova York, as bolsas refletiram essa cautela e fecharam de forma mista: o Dow Jones subiu 0,02%, o S&P 500 recuou 0,01% e o Nasdaq avançou 0,17%.

    Copom sinaliza redução da Selic para março

    No cenário doméstico, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central manteve a Taxa Selic em 15% ao ano. No entanto, o comunicado oficial trouxe a sinalização aguardada pelos investidores: a confirmação de que a autoridade monetária deve iniciar a redução dos juros básicos na reunião de março.

    Essa perspectiva, somada ao diferencial de juros em relação aos EUA, tem atraído fluxo de capital estrangeiro para mercados emergentes, beneficiando diretamente os ativos brasileiros.

    Destaques do Pregão: Vale e Petrobras em alta

    O avanço do Ibovespa foi sustentado pelo desempenho de ações com grande peso no índice:

    • Vale (VALE3): Subiu 2,44%, impulsionada por um relatório de produção trimestral considerado sólido, que reconduziu a mineradora ao posto de maior produtora mundial de minério de ferro.
    • Petrobras (PETR4): Disparou 3,35%, acompanhando a alta do petróleo no mercado internacional e as tensões geopolíticas entre EUA e Irã.

    O volume financeiro negociado na B3 somou R$ 33,9 bilhões.

    Dólar mantém menor nível em dois anos

    No mercado de câmbio, o dólar comercial apresentou volatilidade, chegando a atingir a mínima de R$ 5,17 durante a manhã e a máxima de R$ 5,22 à tarde. Contudo, a moeda encerrou o dia em estabilidade, cotada a R$ 5,206.

    Este é o menor valor de fechamento desde 28 de maio de 2025 (quando estava em R$ 5,15). No acumulado de 2026, a divisa estadunidense registra queda de 5,16% frente ao real.

    _____
    Por: Odair Junior/ABC Agora

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