O Brasil se prepara para sediar a maior Copa do Mundo Feminina da história. Nesta quinta-feira (19), em reunião do conselho realizada em Zurique, na Suíça, a Fifa anunciou um investimento massivo de 800 milhões de dólares (cerca de R$ 4,2 bilhões) para a edição de 2027. O montante é o dobro do que foi aplicado no último Mundial, na Austrália e Nova Zelândia, sinalizando a aposta da entidade no potencial do mercado brasileiro e no crescimento da modalidade.
A competição já tem data marcada para emocionar os torcedores: de 24 de junho a 25 de julho de 2027. Esta será a décima edição do torneio, que pela primeira vez desembarca na América do Sul com o status de superprodução.
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Os Palcos do Espetáculo
Oito estádios foram confirmados para receber as partidas. A escolha privilegia arenas modernas, a maioria delas com o legado da Copa masculina de 2014:
- Sudeste: Maracanã (RJ), Mineirão (BH) e Arena Itaquera (SP).
- Nordeste: Arena Fonte Nova (BA), Arena Castelão (CE) e Arena Pernambuco (PE).
- Centro-Oeste: Estádio Nacional (Brasília).
- Sul: Estádio Beira-Rio (RS).
O Caminho até o Brasil
Desde a primeira edição em 1991, na China, o Mundial Feminino percorreu potências como Estados Unidos, Alemanha e França. Ao chegar ao Brasil, o torneio não apenas celebra o talento das “Guerreiras do Brasil”, mas também consolida uma estrutura profissional que a Fifa pretende deixar como legado para o futebol feminino em todo o continente.
O investimento bilionário será destinado a premiações, logística, transmissão e promoção do evento, garantindo que a experiência do torcedor brasileiro seja comparável aos maiores eventos esportivos do planeta.

