Encontrar segurança nas Casas Abrigo em SP é o primeiro passo para centenas de mulheres que buscam romper o ciclo da violência doméstica todos os anos. Com localização sigilosa e suporte completo para filhos menores de 18 anos, essas unidades funcionam como um porto seguro. Desde 2023, o governo acelerou o passo, inaugurando 16 novas unidades — um investimento que já ultrapassa os R$ 15 milhões.
Romper o ciclo da agressão é um dos passos mais difíceis, e muitas vezes o medo de não ter para onde ir é a barreira final. Nas Casas Abrigo em SP, a mulher encontra muito mais do que um teto; ela encontra uma estrutura de localização secreta preparada para preservar sua integridade física e moral.
LEIA TAMBÉM: Vereadora Dra. Ana Veterinária reforça atuação no enfrentamento à violência e na defesa dos direitos das mulheres
Como funciona o acolhimento nas Casas Abrigo em SP?

O acolhimento não é apenas uma hospedagem de emergência. Ao entrar em uma unidade, a mulher recebe moradia, alimentação e, principalmente, uma equipe multidisciplinar à disposição. O prazo inicial de permanência é de seis meses, mas pode ser prorrogado conforme a necessidade de cada caso.
O foco é a autonomia. Longe do convívio com o agressor, a vítima recebe:
- Tratamento de Saúde: Encaminhamentos médicos e psicológicos;
- Suporte Jurídico: Orientação sobre processos e medidas protetivas;
- Qualificação: Direcionamento para cursos, trabalho e geração de renda;
- Apoio aos Filhos: Acesso a benefícios sociais e cuidados para os dependentes.
Onde buscar ajuda e acessar o serviço?
Muitas mulheres ainda têm dúvida sobre como acessar essas vagas. De acordo com Marcela Purini Belem, da Secretaria de Desenvolvimento Social (SEDS), a porta de entrada são os equipamentos de assistência social dos municípios.
“A vítima deve procurar um CREAS (Centro de Referência Especializado de Assistência Social) ou um CRAS (Centro de Referência de Assistência Social). Lá, uma equipe técnica avalia o risco e identifica se o acolhimento nas Casas Abrigo em SP é a medida mais indicada”, explica Marcela.
É fundamental destacar que a adesão ao serviço é totalmente voluntária. A mulher tem a liberdade de decidir se está pronta para esse passo e qual tipo de ajuda deseja para retomar as rédeas da própria história.
_____
Por: Odair Junior/ABC Agora | *Com informações: Agência SP

