Com o final de janeiro vem também o início do ano letivo dos pequenos, seja pela primeira vez, ou um retorno às escolas. No entanto, essa fase é marcada por um fenômeno em comum para muitos deles, popularmente conhecido como “Escolite”, ou “Síndrome da Creche”.
Para Pedro Trava, pediatra do Hospital e Maternidade São Luiz Osasco, esse fenômeno é explicado por alguns fatores: mudança de rotina e aumento de interação entre as crianças. “O sistema imunológico das crianças ainda não é totalmente desenvolvido, então mudanças no sono, alimentação e de interações sociais acabam se tornando grandes variantes para a saúde dos pequenos”, diz o pediatra.
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Segundo o especialista, é comum ver um aumento em casos de gripes e resfriados, bronquiolites, otites e amigdalites, além de doenças gastrointestinais causados por viroses. Mas apesar desse aumento, essa exposição e fragilização do sistema imunológico faz parte do desenvolvimento da criança, e é extremamente importante para um crescimento saudável.
“Novos ambientes e pessoas podem carregar vírus e bactérias com os quais a criança ainda não teve contato. Hábitos como colocar objetos na boca, ou encostar em superfícies públicas também são fatores de exposição e contaminação” reforça Pedro.
5 Sintomas para ficar de olho
Para o pediatra, os responsáveis devem seguir as seguintes dicas:
– Prestar atenção em mudanças de rotina (sono, alimentação e humor);
– Náuseas, vômitos e diarreia contínuos;
– Surgimento de manchas na pele;
– Dificuldades em respirar;
– Dores pelo corpo.
Pedro orienta que em casos de sintomas leves, sem febre e ativas podem ter a sua rotina escolar mantida. Já em casos onde criança está mais prostrada e desanimada, a indicação é de que fiquem em casa em repouso e avaliação. “A ida ao hospital deve ser realizada em casos de persistência ou piora dos sintomas” finaliza o médico do São Luiz Osasco.
Para reduzir casos, a orientação médica é de manter as vacinas em dia, além de manter uma rotina saudável, com uma boa alimentação e rotina de sono adequado. “É importante lembrar que, apesar dos cuidados, essa mudança de rotina faz parte do crescimento dos pequenos e do desenvolvimento do sistema imune delas”.
A unidade da Rede D’Or, localizada na região metropolitana de São Paulo, conta a maior e mais completa estrutura hospitalar da cidade e uma linha de cuidado pediátrico de referência, com corpo clínico especializado, equipe multidisciplinar, exames de alta complexidade e UTI pediátrica.
Sobre a Rede D’Or
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Fonte: VFR COMUNICAÇÃO

