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    Saúde

    Estudo revela: crises humanitárias e licença menstrual lideram engajamento sobre menstruação

    ABC AGORABy ABC AGORA29/11/20254 Mins Read
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    Estudo revela crises humanitárias e licença menstrual lideram engajamento sobre menstruação
    Estudo revela crises humanitárias e licença menstrual lideram engajamento sobre menstruação - Foto: Jerônimo Gonzalez/MS
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    Um levantamento inédito da Nexus – Pesquisa e Inteligência de Dados mapeou 173 mil publicações sobre menstruação, entre janeiro de 2024 e outubro de 2025, que somaram 12,4 milhões de interações nas redes. Apesar do grande volume de posts com memes, relatos de cólicas e TPM, o viés social e político — como pobreza e dignidade menstrual e licença menstrual — gera mais engajamento e puxa o debate público.

    “Quando falamos dessa temática, que trata disso com esse viés político e social, a gente tem ali uma interação que é quase duas vezes maior do que outros assuntos relacionados. Percebemos como as pessoas têm interesse, estão engajadas para ouvir e interagir com esses conteúdos que estão trazendo aspectos importantes para essa questão”, aponta Ana Klarissa Leite e Aguiar, diretora de Inteligência de Dados da Nexus.

    >>mais notícias: Saúde

    Principais achados

    Volume x engajamento

    • 78 mil postagens foram classificadas em 22 subtemas; cinco deles abordam o recorte social e político (Pobreza e Dignidade Menstrual; Programa Dignidade Menstrual; Impacto na Educação e Trabalho; Licença Menstrual; Menstruação em Crises Humanitárias).
    • Esses cinco temas somaram 10,8% do total categorizado, mas tiveram média de interação 1,8x maior do que os tópicos do cotidiano menstrual.

    O que mais se publica

    • Cólicas e dor menstrual: presentes em 45% das publicações.
    • Menstruação e saúde feminina (ginecologia): 20%.
    • Sintomas da TPM: 17%.
    • Alternativas de absorção (coletor, calcinhas, discos etc.): 12%.

    O que mais engaja

    • Menstruação em crises humanitárias: 0,34% dos posts, mas maior engajamento médio entre os 22 subtemas (870,3 interações/post).
    • Licença menstrual: 0,48% do volume, engajamento 7x acima do volume e segunda maior média (828,6 interações/post).

    Para a diretora da Nexus, os dados indicam que a discussão social e política sobre menstruação tem mais “poder de narrativa”.

    Políticas públicas e agenda no Congresso

    O estudo relaciona o interesse a políticas recentes, como o programa do Ministério da Saúde de distribuição gratuita de absorventes a mulheres em vulnerabilidade e o projeto de lei em tramitação que prevê licença menstrual para trabalhadoras com sintomas graves do ciclo.

    “A gente sabe que as pessoas falam desse assunto e quando estamos tratando-o sob um aspecto social, ele vai transitar por narrativas que falam sobre dignidade, trabalho, educação, saúde da mulher. Todos esses aspectos, na minha opinião e como mulher também, são os mais importantes”, acentuou Ana Klarissa.

    Vozes da sociedade civil: Fluxo Sem Tabu

    Em paralelo ao crescimento do debate, Luana Escamilla fundou em 2020, aos 16 anos, a ONG Fluxo Sem Tabu:

    “Eu criei a Fluxo completamente sozinha, com 16 anos de idade, e foi através das plataformas digitais que ela cresceu”.

    Hoje, a organização tem 30 voluntárias e mais de 28 mil mulheres atendidas nas cinco regiões do Brasil. Para Luana, ainda há muita incompreensão sobre dignidade menstrual:

    “Quando a gente fala de pobreza menstrual, as pessoas acham que estamos falando só da falta de absorvente. Mas é um problema muito mais amplo, em que entra toda a parte de infraestrutura, como por exemplo se uma pessoa não tem acesso a um banheiro, a informação ou a um ginecologista”.

    Entre as iniciativas, o Banheiro Fluxo faz reparos para tornar espaços mais seguros e dignos, com informação sobre saúde menstrual. A ONG cita indicadores de acesso:

    “Hoje, cerca de 713 mil meninas brasileiras não têm acesso a banheiro ou chuveiro dentro de casa durante o período menstrual. A gente tem mais de 1 milhão de meninas que não têm papel higiênico na escola”.

    A entidade também leva ginecologistas a comunidades, informa sobre o SUS e produziu campanha sobre menstruação e esporte, beneficiando mais de 370 atletas em vulnerabilidade.

    “A gente ajudou mais de 370 atletas em situação de vulnerabilidade, com informação de qualidade”.

    A meta da Fluxo Sem Tabu é, até 2030, impactar 50 milhões de pessoas com informação qualificada por canais físicos e digitais.

    Por que importa para o Grande ABC e o Brasil

    • Educação e trabalho: faltas e queda de rendimento escolar e laboral associadas a dores, falta de infraestrutura e estigma.
    • Políticas locais: redes municipais podem ampliar ações de educação em saúde, acesso a absorventes e banheiros adequados em escolas e equipamentos públicos.
    • Escuta social: redes funcionam como termômetro das demandas.
    • Economia do cuidado: engajamento aponta oportunidades para programas governamentais e parcerias com o terceiro setor.

    “Temos que entender que essas pessoas estão ali demonstrando que o assunto é de interesse delas. Não é só falar de políticas públicas”, aponta Ana Klarissa.

    Serviço – Onde saber mais

    • Nexus – Pesquisa e Inteligência de Dados (metodologia e insights gerais)
    • ONG Fluxo Sem Tabu – ações de dignidade menstrual, Banheiro Fluxo, educação e atendimento comunitário
    Destaque Dignidade Menstrual licença menstrual menstruação nas redes Nexus pesquisa Saúde da Mulher
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