Felipe Nagy integra o elenco de “Agentes Muito Especiais“, novo filme nacional em cartaz nos cinemas que carrega um significado especial para o audiovisual brasileiro. Inspirado em uma ideia original de Paulo Gustavo, o longa mistura ação e comédia em uma narrativa que também funciona como homenagem ao humorista, reunindo afeto, legado e entretenimento em um mesmo projeto.
Nagy relembra que o convite chegou em um momento sensível de sua vida, após passar por uma cirurgia o ator estava recém-liberado pelos médicos e sem expectativa de voltar a trabalhar tão cedo.
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“Eu tinha acabado de passar por uma cirurgia importante, tinha raspado o cabelo e achava que não iria trabalhar naquela época”, conta. “Logo quando fui liberado para sair, pegar sol e voltar aos poucos, meu agente me ligou falando desse filme, que era o último roteiro que o Paulo Gustavo escreveu. Na hora eu pensei: eu quero fazer parte disso. Ter a alma do Paulo nesse projeto é uma honra gigantesca.”
A preparação para viver Jofre
No filme, Nagy interpreta Jofre, apresentado como o melhor policial da academia da corporação fictícia do longa, um personagem que exige precisão, presença física e credibilidade em cena. Para isso, o ator passou por uma preparação intensa e inédita em sua carreira. Ele relembra que o processo de preparação foi completamente diferente de tudo o que já havia feito.
“Eu nunca tinha passado por algo assim. Tive preparação com policiais, aprendi a montar e desmontar fuzil, fiz treinamento com dublês, circuito de corrida, salto, escalada… coisas que você nunca imagina viver na vida real”, conta. Segundo Nagy, esse contato direto com a prática foi fundamental para a construção do personagem. “Aprendi como eles se movimentam em operação, como seguram o fuzil, como usam a bandoleira, como agacham, como se posicionam. São detalhes pequenos, mas que fazem toda a diferença.”
Para o ator, essa vivência trouxe segurança e verdade para a cena. “Meu personagem é exatamente esse cara que sabe o que está fazendo, então eu precisava transparecer essa confiança. Acho que a gente conseguiu amarrar isso muito bem nos detalhes.”
Além do desafio técnico, o elenco foi outro fator determinante para sua decisão. Nagy relembra a emoção de contracenar com nomes que admira profundamente, como Chico Díaz, Bárbara Reis e Dira Paes. Para o ator, dividir cena com artistas que acompanham sua formação desde cedo tornou o trabalho ainda mais especial e enriquecedor.
A sinopse
“Agentes Muito Especiais” acompanha Jeff e Johnny, personagens vividos por Marcus Majella e Pedroca Monteiro, dois policiais que sonham em integrar a elite da polícia do Rio de Janeiro e acabam envolvidos em uma missão arriscada contra o temido Bando da Onça, liderado por Dira Paes. O longa parte de uma ideia original de Paulo Gustavo, tem roteiro desenvolvido por Fil Braz, roteirista de Minha Mãe é Uma Peça, e direção de Pedro Antonio Paes.
Para Felipe Nagy, fazer parte desse filme representa muito mais do que um trabalho. “Pra mim, essa questão de personagem nunca foi sobre tamanho ou protagonismo. É muito mais sobre o projeto, sobre o que essa história está contando e quem está fazendo”, reflete. “Estar em um filme que carrega a alma do Paulo Gustavo, com pessoas que eu admiro e respeito, é muito rico. É um projeto feito com afeto, coragem e memória, e isso faz toda a diferença.”
Sobre Nagy
Nagy é cantor, compositor e ator carioca, nome em ascensão no R&B brasileiro. Aos 25 anos, soma 16 faixas lançadas e já emplacou o hit “Ventilador” nas playlists R&B Brasil e Fresh Finds do Spotify. Formado pela CAL, integra o elenco da série “Donos do Jogo” (Netflix) e do filme “Agentes Muitos Especiais”, que estreia em janeiro nos cinemas. Sua música combina R&B, brasilidade e poesia direta, estética que recebeu elogios de Jorge Ben Jor. Versátil, Nagy transita por diferentes sonoridades sem perder sua identidade artística.
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Fonte: RNR Assessoria
