Subscribe to Updates
Receba as últimas notícias
Browsing: políticas públicas
Santo André conquistou pelo segundo ano consecutivo o prêmio David Capistrano, que foi entregue na noite desta sexta-feira (17), no…
A Prefeitura de Santo André realizou dois encontros para debater, a partir de experiências de grupos de pessoas com deficiência…
O presidente Lula participou do relançamento do Pronasci, programa que visa articular ações de segurança pública para prevenção, controle e repressão da criminalidade. O programa estabelece políticas de proteção aos grupos sociais mais vulneráveis e inclui a Lei Maria da Penha. O Bolsa-Formação também será reformulado. As metas incluem o combate à violência contra a mulher e a redução da taxa nacional de homicídios até 2030.
Prefeita em exercício de Diadema, Patty Ferreira participou da 84ª Reunião Geral da FNP (Frente Nacional de Prefeitos), que contou…
Deputado Marangoni participa da 84ª Reunião da FNP para discutir políticas públicas locais. Conselho será composto por autoridades e debaterá temas como mobilidade urbana.
Em janeiro, o Grande ABC registrou a abertura de 192 vagas de emprego formal. O saldo acumulado dos últimos 12 meses é de mais de 30 mil novas vagas. São Caetano do Sul, Diadema, Rio Grande da Serra e Mauá tiveram saldo positivo, enquanto Santo André, São Bernardo do Campo e Ribeirão Pires apresentaram saldo negativo em janeiro.
O ministro Wellington Dias, Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, recebeu, na manhã desta quinta-feira (9), a…
O reitor da Universidade Federal do ABC (UFABC), Dácio Matheus, recebeu, nesta quarta-feira (8/3), representantes do Consórcio Intermunicipal Grande ABC para…
O boletim Elas vivem: dados que não se calam, lançado nesta segunda-feira (06) pela Rede de Observatórios da Segurança, registrou 2.423 casos de violência contra a mulher em 2022, 495 deles feminicídios.
São Paulo e Rio de Janeiro têm os números mais preocupantes, concentrando quase 60% do total de casos. Essa foi a terceira edição da pesquisa feita em sete estados: Bahia, Ceará, Pernambuco, São Paulo, Rio de Janeiro, Maranhão e Piauí, os dois últimos monitorados pela primeira vez.
Os dados são produzidos a partir de monitoramento diário do que circula nos meios de comunicação e nas redes sociais sobre violência e segurança. As informações coletadas alimentam um banco de dados que posteriormente é revisado e consolidado pela rede.
O estado de São Paulo registrou 898 casos de violência, sendo um a cada 10 horas, enquanto o Rio de Janeiro teve uma alta de 45% de casos, com uma mulher vítima de violência a cada 17 horas. Além disso, os casos de violência sexual praticamente dobraram, passando de 39 para 75 no Rio de Janeiro.
A Bahia mostrou aumento de 58% de casos de violência, com ao menos um por dia, e lidera o feminicídio no Nordeste, com 91 ocorrências. O Maranhão é o segundo da região em casos de agressões e tentativas de feminicídio. Já Pernambuco lidera em violência contra a mulher e o Ceará deixou de liderar nos números de transfeminicídio, mas teve alta nos casos de violência sexual. O Piauí registrou 48 casos de feminicídio.
A maior parte dos registros nos estados que fazem parte do monitoramento tem como autor da violência companheiros e ex-companheiros das vítimas. São eles os responsáveis por 75% dos casos de feminicídio, tendo como principais motivações brigas e términos de relacionamento.
Políticas públicas
O relatório destaca que, com os dados da Rede de Observatórios da Segurança, os governos podem criar políticas públicas para evitar violência e preservar vidas.
Em entrevista à Agência Brasil, a coordenadora da Rede em Pernambuco, Edna Jatobá, porta-voz da organização, vê como hipóteses para o crescimento da violência contra a mulher no Rio de Janeiro, o aumento da circulação e facilidade de aquisição de armas, o aprofundamento da crise econômica e social pós-pandemia, que propiciaram o aumento da violência doméstica.
“O estado do RJ não tem conseguido dar proteção às mulheres e suas famílias, ameaçadas de morte, e fazer uma investigação exaustiva para a identificação dos autores e suas motivações acaba por estimular novas ações violentas”. Ela cita ainda a falta e o desmantelamento das redes de acolhimento como causa da reiteração desta violência. “O crescimento se dá como um todo, com casos de grande repercussão nacional, tais como o caso do estupro de uma parturiente por parte de um anestesista e os casos de violência política, e que, assim sendo, não há como determinar uma causa específica.”
Sobre a disseminação e o crescimento dos ataques às mulheres por meio digital, Edna Jatobá afirma que “isso sempre impactou o aumento da violência cotidiana contra as mulheres, pela liberdade de ideias retrógradas contaminarem um maior número de pessoas”. Destaca ainda que se faz necessário o controle da disponibilidade de informação, principalmente quanto à disseminação de preconceito e naturalização da violência contra a mulher, que se tornaram os principais pilares para o crescimento dos ataques e da violência a cada ano.
“Queremos que a internet não seja uma terra sem lei, principalmente com relação à proteção das mulheres, houveram muitas conquistas relativas à importunação e à perseguição, mas que ainda existe muito trabalho a ser feito e muita violência a ser coibida no meio digital.”
Com relação ao projeto de lei que tramita no Senado, que prevê criminalizar a misoginia, igualando a postura ao racismo, à homofobia e à transfobia, a pesquisadora diz que, além disso, “se faz necessário o fortalecimento da lutas que já existem e que não são totalmente aplicadas”.
Edna Jatobá propõe o fortalecimento do sistema de justiça já existente, atuando com ações de prevenção e proteção às mulheres vítimas de violência. “Não me coloco contra a criação desta lei, mas o foco tem que ser a vítima, que tem que ser protegida, e não somente a punição do agressor”, ressalta a pesquisadora.
A Prefeitura de Santo André deu início a uma pesquisa de campo em mais de 200 quilômetros de ruas e…
O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, assina nesta terça-feira (28/02) decreto que reinstala o Conselho Nacional de…
São Paulo pode dar um grande passo no combate à fome e ao desperdício de alimentos. Isso porque está nas…
O Consórcio Intermunicipal Grande ABC realizou, na terça-feira (14/2), a primeira reunião do Grupo de Trabalho (GT) Segurança Alimentar e…
A Prefeita de Rio Grande da Serra, Penha Fumagalli recebeu nesta quinta-feira (26) o Prefeito de Ribeirão Pires, Guto Volpi…
O mês de comemoração dos 63 anos de Diadema está repleto de entregas para a população diademense. O calendário de…
Em mais uma ação de capacitação, a Prefeitura de Santo André, por meio da Escola de Governo do Executivo Andreense,…
Diadema registra um marco nas políticas públicas que garantem e proporcionam a equidade racial/étnica em seu território ao instituir o…
A candidata a deputada estadual pelo Cidadania, Ana Carolina Serra, defendeu que o Estado de São Paulo trate o cuidado…
A Prefeitura de Diadema instalou o Grupo de Trabalho (GT) Diversidade, que vai reunir representantes de oito secretarias e da…
Secretário estadual de Infraestrutura e Meio Ambiente e presidente da Sabesp participaram de assembleia do Consórcio ABC O Governo do…
