Pesquisa realizada pela consultoria IPC Maps aponta que Santo André ocupa a 15ª posição entre as cidades com maior potencial de consumo no Brasil em 2026. A cada R$ 100 pagos por consumidores no país em bens e serviços, R$ 0,55 são gastos em Santo André. 

Em relação a 2025, Santo André avançou uma posição. Além de ser a primeira entre as cidades do ABC, Santo André passou a ocupar a quarta posição no cenário estadual de potencial de consumo, com São Paulo, Campinas e Guarulhos nos três primeiros lugares.

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“O destaque de Santo André entre as cidades com maior potencial de consumo do Brasil mostra que estamos no caminho certo, construindo uma cidade cada vez mais forte, atrativa e preparada para gerar oportunidades. Esse resultado é fruto de um trabalho contínuo de fortalecimento da economia, incentivo ao empreendedorismo, atração de investimentos e geração de empregos. Seguiremos avançando para que Santo André continue crescendo de forma sustentável, com desenvolvimento econômico aliado à melhoria da qualidade de vida da nossa população”, afirma o prefeito Gilvan Ferreira.

De acordo com o secretário de Desenvolvimento Econômico e Geração de Emprego, Evandro Banzato, as posições de Santo André nos rankings estadual e nacional de potencial de consumo são resultado de um planejamento de desenvolvimento econômico adotado há nove anos.  

“Definimos em 2017 uma estratégia muito clara, que era atrair investimentos para a cidade e gerar emprego e renda para a nossa população. Pautamos esse planejamento, em continuidade na atual gestão, em três pilares fundamentais: melhorar o ambiente de negócios, fazer com que as empresas sejam cada vez mais competitivas e fomentar uma cultura de inovação, qualificação e empreendedorismo. É um privilégio estar na 15ª posição em potencial de consumo entre 5.569 municípios brasileiros e ocupar o quarto lugar no ranking estadual. Não é pouca coisa”, comenta o secretário.

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A pesquisa aponta ainda que houve um crescimento real de aproximadamente 3% em relação ao ano anterior no potencial de consumo na totalidade do país, impulsionado principalmente pela melhora nos índices de emprego formal com carteira assinada e pela gradual recuperação da renda média da população.

De acordo com o levantamento, o potencial total de consumo das famílias brasileiras está projetado para atingir a marca histórica de R$ 8,2 trilhões em 2026.

Para o total dos sete municípios que compõem a região do ABC, o potencial de consumo em 2026 está estimado em R$ 150,4 bilhões, com uma alta nominal de 10,45% em relação ao ano passado, que foi R$ 136,2 bilhões. Isso significa que, a cada R$ 100 pagos por consumidores no Brasil, R$ 1,75 será gasto no consumo regional.

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Por: Roberto Ramos/PMSA

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